• PROJETO EXPLORAÇÃO TÉCNICA E ESTUDO DE CAPACIDADE DE CARGA PARA O RAFTING NO RIO JAGUARI-MG

Autores: Fabrício de Miranda Carvalho - Biólogo e João Eduardo do Espírito Santo - Proprietário Cia de Rafting®.

RESUMO: Foi realizado um estudo de capacidade de carga (CC) para rafting e a exploração técnica do Rio Jaguari nos municípios de Extrema e Camanducaia - MG , de agosto à novembro de 2001. O objetivo consistiu em avaliar o grau de dificuldade da atividade e limitar o fluxo de visitação. As variáveis utilizadas como fatores de correção foram, nível operacional da água , máximo e mínimo no trecho comercial do rio, comprimento total do trecho operacional, comprimento das corredeiras acima da classe II + e a pluviosidade máxima e mínima da região. Calculou - se o número máximo de visitantes (pax) ao dia, com simulações para 1 e 2 operadoras com intervalos de tempo de 5 min, 3 min, e 2 min entre embarcações. Obteve-se para 1 e 2 operadoras respectivamente, o seguinte resultado: 5 min = 54 pax; 3 min = 66 pax ; 2 min = 132 pax / 5 min = 36 pax; 3 min = 54 pax; 2 min = 72 pax. O estudo indicou um rio com alto nível de dificuldade (classe IV e V). Por tratar-se de uma metodologia nova e ainda não testada, será necessário sua monitoração na temporada piloto para posterior conclusão definitiva da CC.

Mais informações entre em contato:
rafting@ciaderafting.com.br
Tel.:(12) 3018-4809 - Reservas e Comercial
Tel.:(12)
3671-2665 - Receptivo e Operacional

 

  • PROJETO CONSCIENTIZAÇÃO E PERCEPÇÃO AMBIENTAL DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO PARAIBA DO SUL AO RIBEIRÃO PASSA QUATRO.

Autores: Fabrício de Miranda Carvalho - Biólogo e João Eduardo do Espírito Santo - Proprietário Cia de Rafting®.

Coordenação: Fundação Cristiano Rosa.

Financiamento: FEHIDRO – Fundo de Recursos Hídricos do Estado de São Paulo e BANESPA.

Apoio: Fundação Florestal – Secretaria de Estado do Meio Ambiente – SP, CBH-PS – Comitê de Bacias Hidrográficas do Rio Paraíba do Sul e Prefeitura Municipal de Piquete.

RESUMO: O projeto foi desenvolvido com o objetivo de preservação e perenidade dos recursos hídricos, evitar o êxodo das populações tradicionais do Bairro dos Marins, estimular a Educação Ambiental e o Ecoturismo através da implantação da Trilha Interpretativa do Ribeirão Passa Quatro.
Para a realização do projeto foi utilizada a metodologia VERP – Visitor Experience and Resource Protection a qual foi estudada e adaptada a realidade do sítio em questão.
A Trilha do Ribeirão Passa Quatro proporciona um mosaico de ambientes – rios, cachoeiras, mata em diferentes estágios de sucessão e de ocupação humana -, facilitando o entendimento dos pontos de interpretação, abordando aspectos da inter-relação entre a ocupação humana e o ambiente.Ao mesmo tempo mostra como os recursos racionalmente utilizados podem ter sua perenidade garantida.

Mais informações entre em contato:
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  • PROJETO ESTUDOS DO MEIO

Autor: Fabrício de Miranda Carvalho
Departamento de Meio Ambiente - Cia. de Rafting®
Programa Estudos do Meio

RESUMO: A questão ambiental está cada vez mais presente no cotidiano da população das nossas cidades, principalmente no que se refere ao desafio da preservação da qualidade de vida (Jacobi 1998). Na busca desta qualidade de vida, as áreas naturais podem ter um papel fundamental, porém, a natureza passou a ser vista como algo afetado, em geral de maneira desastrosa pela sociedade humana. Jacobi (1998) enfatiza que o conhecimento tornou-se necessário para proteger a natureza e corrigir os erros ecológicos, a possibilidade de maior acesso à informação potencializa mudanças comportamentais necessárias para um agir mais orientado na direção da defesa do interesse geral. Com a preocupação do agir com orientação, foi desenvolvido o Projeto Estudos do Meio através de Trilhas Interpretativas com o intuito de buscar a eficiência em transmitir de maneira didática conceitos como interdependência ecológica, pois, o público necessita ter contato direto com processos naturais do habitat para entender como a fauna, a flora e até mesmo as pessoas, dependem de um equilíbrio muito delicado.

Segundo Dietz & Nagagata (1997), o interesse humano estimulado por espécies atraentes pode ser usado como base para educar o público sobre o sistema global: o inter-relacionamento entre vida selvagem, pessoas e ambiente. Uma forma de transmitir estes conhecimentos é o uso de trilhas interpretativas. Conforme Tabanez et al. (1997), é uma forma eficaz de se promover a Educação Ambiental.

Trilhas como meio de interpretação ambiental visam não somente a transmição de conhecimentos, mas também proporcionam atividades que revelam os significados e as características do ambiente por meio do uso de elementos originais, por experiência direta e por meios ilustrativos (Tilden, 1997). Sob este contexto, a Pé no chão Estudos do Meio, subsidiária da Cia de Rafting proporciona ao participante a oportunidade de estudar os fatores físicos e biológicos que influenciam as áreas naturais, sua fauna e flora e as relações existentes entre os organismos que compões a Mata Atlântica. Todo o conteúdo será ministrado de forma didática, porém, sem sacrificar a precisão científica A nossa sala de aula é uma floresta exuberante onde todos irão contemplar lindas paisagens e na hora do intervalo poderão desfrutar de belas cachoeiras, sempre lembrando, que lá só deixamos nossas pegadas e levamos somente fotografias.

Mais informações entre em contato: rafting@ciaderafting.com.br


PARCERIAS:


  • Vale Verde - Associação de Defesa do Meio Ambiente
    Entidade civil, sem fins lucrativos, de caráter técnico - científico, cultural e educacional, com sede em São José dos Campos - SP, fundada em 17 de junho de 1988 e reconhecida como de utilidade pública pela Lei Municipal nº 4278/92 com a qual temos parceria para desenvolvimento de projetos de Educação Sócio Ambiental.
  • T+D - Treinamento & Desenvolvimento Organizacional
    Organização do terceiro setor sem fins lucrativos, comprometida com o desenvolvimento humano nos âmbitos organizacional e social. Sendo assim, cumpre dois papéis ao mesmo tempo: contribuir para o crescimento das organizações e contribuir para transformações sociais através de programas educacionais e culturais através de programas educacionais que utilizam as atividades ao ar livre como ferramenta para o fomento do desenvolvimento comportamental e habilidades específicas no ser humano.